E eu disse - Vai-te, estrela do Passado!
Esconde-te no Azul da Imensidade,
Lá onde nunca chegue esta saudade,
- A sombra deste afeto estiolado.
Disse, e a estrela foi p’ra o Céu subindo,
Minh’alma que de longe a acompanhava,
Viu o adeus que do Céu ela enviava,
E quando ela no Azul foi-se sumindo
Surgia a Aurora - a mágica princesa!
E eu vi o Sol do Céu iluminando
A Catedral da Grande Natureza.
Mas a noute chegou, triste, com ela
Negras sombras também foram chegando,
E nunca mais eu vi a minha estrela!
O autor, refere-se à estrela do passado como seu irmão, que por ventura se foi. E com ela, foi-se junto a alma do próprio autor, dando aquele adeus entre o céu azul. Num modo fantasioso, ele descreve o adeus dado a ele próprio. E logo mais chegando ao fim do poema, ele mostra que realmente o irmão morto, não se é mais visto. E quando a noite chega, a estrela dele, não aparece novamente.
André F. Parcianello
domingo, 8 de março de 2009
A Minha Estrela
Digitado por Turma 301 às 21:04
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